quinta-feira, dezembro 20, 2007

ARTESANATO OS AMIGOS DO MONSTRO

Conhecer os Amigos do Monstro é como entrar num filme de animação, num mundo imaginário que podia sair do cérebro de Tim Burton. Neste caso sai do cérebro de Benamai e Rui, os criadores destas figuras mágicas. Aproveitam tudo o que a natureza generosamente dá para criar monstros.Tudo é feito de galhos de madeira e troncos, cascas de frutos secos, de cabaças e pasta de papel para fazer os rostos.

In Talentos Mundo Mix PT

http://amigos-do-monstro.blogspot.com/

terça-feira, outubro 16, 2007

ARTESANATO ROSA POMAR
"São bonecas de trapos com olhos em flor. Feitas à mão por Rosa Pomar. Começou como uma brincadeira, bonecas feitas com carinho de mãe. Depois saltaram para um blog na Internet. E, num ápice, as Ervilhas Cor-de-Rosa alcançaram clientes além fronteiras. As encomendas vêm de todos os cantos do mundo, sobretudo dos Estados Unidos.

Rosa também dá aulas e faz ilustração. Mas as bonecas ocupam cada vez mais espaço, com as encomendas do “blog” a crescer. Entretanto, surgiram novas criações, objectos como malas, babetes, cobertores, aventais para pôr lápis de cor, crachás. A imaginação é o limite, e já se sabe que essa não tem limites nenhuns. Muito menos a imaginação de quem convive com um artista como o pintor Júlio Pomar, avô de Rosa.

Dar vida aos trapos. Entre tecidos, agulhas, desenhos e tesouras já nasceram 352 bonecas «e não há duas iguais», garante a criadora que recusa o rótulo de artesã. Por trás de cada boneco, estão várias horas de trabalho: é preciso fazer o desenho, escolher as cores, os tecidos, cortar, cozer.
A recepção dos cibernautas às Ervilhas Cor- de- Rosa foi tão calorosa, que Rosa Pomar, com mais duas amigas - que também vendem os seus “trabalhos manuais” em “blogs” - se lançaram na aventura de abrir um espaço menos virtual. A loja de Rosa Pomar, Hilda Portela e Ana Ventura abriu no Picoas Plaza.

Reinventar o artesanato."

Patrícia Maia in www.inatel.pt

www.aervilhacorderosa.com/
ILUSTRAÇÃO GUSTAVO AIMAR

Nasceu em General Rodríguez (Prov. de Buenos Aires) em 1973.
Vive em Trelew desde 1977.
Artista plástico, ilustrador e desenhador gráfico.

http://gustavoaimar.blogspot.com/

ILUSTRAÇÃO ANA VENTURA
"Ana Ventura formou-se em 2000 em Pintura, com especialização na tecnologia de Gravura, pela FBAUL, tendo em 1999 realizado um Estágio de Gravura, Ilustração e Pintura ao abrigo do programa Erasmus, na École Supérieure d'Art Visuel La Cambre, Bruxelas, Bélgica.
Tem exposto individual e colectivamente desde 1996 e está representada em colecções privadas nacionais e internacionais.
Tem também participado como ilustradora em diversas publicações de livros dedicados a crianças."

in ilustrar em portugal

http://www.anaventura.com/
http://papeisportodolado.blogspot.com/

quinta-feira, outubro 04, 2007

ANIME MUSHISHI

O manga original foi desenhado por Yuki Yoshiyama. Ao todo foram publicados 35 capítulos na revista mensal Afternoon, compilados em 7 volumes no Japão.

O anime foi dirigido por Hiroshi Nagahama, com 26 episódios. A série usou algumas técnicas incomuns para um anime, como história desconexa, e ausência de um tema de encerramento.

Também foi produzida uma longa-metragem live-action em 2006, dirijido por Katsuhiro Otomo O filme teve uma premiere mundial no 2006 Venice Film Festival.

Na quinta edição do Tokyo Anime Award, no evento Tokyo International Anime Fair, em 2006, Mushishi foi premiado nas categorias de Série Televisiva e Melhor Direcção de Arte (Takeshi Waki).

sinopse

Os Mushis ("Mushi", palavra japonesa para insecto), são criaturas que possuem poderes sobrenaturais e são descritos como sendo a essência da vida, as criaturas mais básicas e puras. A maioria dos humanos não podem ver ou sentir a sua presença. Poucos possuem essa a capacidade.

Ginko, um caçador de Mushis (Mushishi) viaja de lugar em lugar no japão feudal, em busca de Mushis que estejam a causar problemas aos humanos.

Site anime : www.mushishi.jp

Site Filme : www.mushishi-movie.jp


CINEMA SANCTUARY LISA GERRARD

Sanctuary, um documentário sobre a vida e trabalho de Lisa Gerrard que foi gravado e lançado em Setembro de 2006. Este é um trabalho do produtor e diretor Clive Collier e apresenta longas entrevistas com Lisa Gerrard e também várias pessoas que colaboraram com seu trabalho no passado, incluindo Michael Mann, Russell Crowe, Hans Zimmer e Niki Caro.

» duração : 90 minutos
» site : www.sanctuary-lisagerrard.com/



CINEMA ASHES AND SNOW

“Ao explorar a partilha da linguagem e sensibilidade poética de todos os animais, estou a trabalhar no caminho da descoberta da base comum que outrora existiu quando as pessoas viviam em harmonia com os animais. As imagens mostram um mundo sem começo ou fim, aqui ou ali, passado ou presente”
Gregory Colbert

Ashes and snow é um poema de imagens. É um conto, uma lenda.
Um filme sobre o retorno ao Éden, sobre a beleza da lembrança da liberdade.

Banda sonora de Lisa Gerrard e Patrick Cassidy (entre outros) e locução de Laurence Fishburne.

url www.ashesandsnow.org

sexta-feira, abril 07, 2006


ILUSTRAÇÃO Nicoletta Ceccoli

Nicoletta Ceccoli nasceu em 1973 e vive na sua cidade natal de San Marino, Italia.
Desde que se formou no Instituto de Arte de Urbino, ilustrou numerosos livros infantis dos mais importantes editores italianos.
Nicoletta foi galardoada com o prestigiado Prémio Italiano Andersen para o melhor ilustrador do ano, 2001, e recebeu o Prémio de Excelência do Communication Arts, 2002. Já criou quatro livros para a Barefoot Books, An Island in the Sun(2002), The Faerie's Gift(2003), Little Red Riding Hood(2004) e The Princess and the White Bear King(2004).
Os seus desenhos caracterizam-se por uma mistura de realismo, surealismo, vôos celestes e paisagens lunares num mundo delicado e inquietante, como se fosse feito de cristal e porcelana.

LINK: www.nicolettaceccoli.com


ILUSTRAÇÃO Teodoru Badiu

A surreal arte digital austríaca de Badiu...atmosferas negras de contos de fada que combinam bonecas, esculturas de barro, ossos, penas, árvores decorativas ...

"O meu nome é Teodoru Badiu, sou um artista e creativo independente que mora em Viena, na Austria. Nasci na cidade de Sibiu, na Roménia, e vivo em Viena desde 1990. Sempre me interessei pelas artes mas a minha verdadeira vida artística começou em 1996 quando frequentei a Peoples Art School em Vienna e estudei Estética e Artes Aplicadas. Depois descobri as maravilhosas possibilidades da arte digital e comecei a trabalhar com o Photoshop, que não mais larguei até hoje. O meu trabalho é infleunciado pela maneira como vejo o que me rodeia, pela minha vida, o que penso acerca da vida, das quatões religiosas, políticas, mitologia e tudo oq ue me impressiona. Os meus trabalhos estão publicados em revistas, websites e livros tais como Computer Arts, PSD Magazine, New Masters of Photoshop:Volume2 e outros. "

www.apocryph.net
www.theodoru.com

FOTOGRAFIA DON HONG-OAI

Nasceu em Cantão, na China, em 1922.
Com 17 anos foi para Saigão onde aprendeu a arte da fotografia.
Radicou-se no Vietnam onde foi professor de arte e ciências da fotografia com a idade de 21 anos, na Universidade de Arte de Saigão.
Em 1979 fugiu de barco para os Estados Unidos (onde se refugiou e onde vive até aos dias de hoje) e integrou-se na comunidade chinesa de Nova Iorque.
Começou a expôr e a adquirir notoriedade na década de 90.
As imagens que capta parecem estampas tradicionais.

LINK Photo-eye

ESCULTURA RON MUECK

Australiano, nascido em Melbourne em 1958, Ron Mueck (pronuncia-se muique) cresceu vendo os pais construírem brinquedos. Da infância à adolescência desenvolveu habilidade manual e criativa. Fazia títere e se tornou titiriteiro. Acabou na televisão participando de programas infantis. Dos títeres passou a criar bonecos em tamanhos vários para publicidade. Além dos bonecos sempre que havia necessidade de se ter uma réplica de um objeto em escala menor ou maior, Mueck era requisitado. Suas figuras não deviam nada aos hiper-realistas norte-americanos. Estavam à altura de Duane Hanson e de John de Andrea.
Dos títeres, dos bonecos, das réplicas, passou aos efeitos especiais. Chegou aos Estados Unidos e durante seis meses colaborou com efeitos especiais no Muppet Show e em Sesame Street. antes de seguir para Londres em 84.
Em Londres, Dreamchild de 1985 e Labyrinth, 1986, com David Bowie, também contaram com a sua participação. Após Labyrinth criou em Londres uma pequena empresa especializada em objetos e efeitos especiais para atender às solicitações de agências publicitárias.
Em 1996, sua sogra, a artista anglo- portuguesa Paula Rego, radicada em Londres desde os anos 50, pediu-lhe que esculpisse para ela um Pinnochio. Serviria de modelo para uma pintura das que apresentaria na Hayward Gallery, na exposição denominada Spellbound, Fascinado. Foi Pinocchio quem abriu o caminho da fama e da fortuna para Mueck. Charles Saatchi, o super poderoso empresário, publicitário e colecionador, ao ver Pinocchio no ateliê de Paula Rego encomendou quatro outras esculturas para a exposição Sensation: Young British Artist from the Saatchi Collection a ser apresentada na Royal Academy of Arts em Londres em dezembro de 1997. Nessa exposição Mueck chamou a atenção da crítica e do público com a escultura Dead Dad. Em escala reduzida, dois terços do tamanho natural, apresentou o corpo nu do pai.Dead Dad foi esculpida de memória em fibra de vidro. Hiper-realista a escultura é de verossimilhança assustadora. A cor, a textura, as imperfeições da pele, as rugas, detalhes como as unhas, as sobrancelhas, os cabelos, fazem de Dead Dad um marco na história da escultura moderna e contemporânea. A partir de Sensation em Londres em 97 e da polêmica apresentação em New York no Brookyn Museum em outubro de 1999, Mueck projetou-se no mundo da arte. Suas esculturas hiper-realistas em fibra de vidro, silicone, rezina acrílica, poliéster, onde quer que fossem expostas chamavam e chamam a atenção pelo realismo, pela verossimilhança e pelas dimensões.
Na Bienal de Veneza de 2001 Mueck foi o grande destaque. Sua escultura, Crouching Boy, exposta no Arsenale, no Aperto, espaço reservado aos jovens artistas, capitalizou todas as atenções. Os cinco metros de altura do menino agachado sob o telhado do Arsenale , entre as colunas, criavam uma estranha sensação de distância e ao mesmo tempo de intimidade total. Suas esculturas estão na National Gallery e Na Tate Gallery de Londres, no Hirshhorn de Washington, no Modern Art Museum de Fort Worth, no Modern Art de San Francisco, na National Gallery of Canadá em Ottawa, na National Gallery of Austrália em Canberra.

quarta-feira, março 22, 2006

VIDEOARTE Nam June Paik

Nam June Paik o pioneiro da videoarte morre nos EUA

“Nam June Paik queria tanto encontrar o equivalente visual da música electrónica de John Cage que, em 1963, comprou 13 televisores e transformou-os numa obra de arte feita de padrões ópticos. Estava inventada a videoarte e o seu "pai" continuou, desde então, a explorar as potencialidades estéticas e conceptuais deste novo meio universal. Faleceu no passado domingo, na sua casa de Miami, aos 73 anos.
Muito debilitado depois da trombose que, há dez anos, lhe paralisou o lado esquerdo e o deixou numa cadeira de rodas - nesse mesmo ano de 1996 a Culturgest apresentou, em Lisboa, a exposição The Electronic Super Highway -, este criador pioneiro teve um "impacto profundo e constante na cultura mediática de finais do século XX", recorda no site do artista John Hanhardt, curador do Museu Guggenheim de Nova Iorque e responsável pela retrospectiva ali realizada em 2000.
Membro do Fluxus - movimento avant-garde que preconizava a fusão de todos os meios e disciplinas artísticas, e que congregou George Maciunas, Joseph Beuys ou Yoko Ono -, Nam June Paik foi, como escrevia ontem o The New York Times, "o mais Pop dos artistas Pop".
Nascido em 1932 em Seul, Paik estudou piano e composição até a sua família ter abandonado a Coreia, em 1949, por causa da guerra. Instalaram-se em Hong Kong, depois no Japão, e em 1956 concluiu a licenciatura na Universidade de Tóquio, com uma tese sobre o compositor austríaco Arnold Schönberg.
Prosseguindo os estudos musicais na Universidade de Munique e na Academia de Música de Freiburgo, o então compositor acabou por conhecer John Cage e os seus trabalhos experimentais no campo da electrónica e com "pianos preparados", cujo som era alterado por objectos colocados junto às cordas.
Depois de performances com gravações de música e efeitos sonoros, como a que realizou em 1960 em Colónia - após ter cortado a gravata de Cage, George Maciunas convidou-o para o Fluxus -, Paik chegaria ao seu meio privilegiado de trabalho a imagem e as imensas possibilidades escultóricas oferecidas por novas tecnologias como o vídeo.
Em Nova Iorque, apresentou a célebre performance Cello Sonata Nº 1 for Adults Only, que misturava televisores e a interpretação, em tronco nu, da violoncelista Chalotte Moorman, sua colaboradora. Em 1967, uma actuação similar valeu a ambos uma breve detenção.Cidadão norte-americano desde 1976, Nam June Paik fez instalações, concebeu robots e celebrizou-se com obras como Video Fish (52 monitores "cobertos" por um aquário), TV Buddha (peça irónica em que uma escultura de Buda é filmada e transmitida em circuito fechado) ou The More the Better, torre com 1003 monitores feita para os Jogos Olímpicos de Seul.
As cerimónias fúnebres do artista realizam-se sexta-feira, em Nova Iorque, cidade onde trabalhava.”

In DN Online 01/02/2006


The official website

The Nam June Paik Museum


The worlds of Nam June Paik

domingo, março 12, 2006


ARTESANATO Bonecas japonesas Kokeshi

Consideradas patrimônio cultural do Japão, as bonecas possuem 10 variedades de classificação baseadas em técnica de manufactura, forma e decoração. Cinco delas - Naruko, Togatta, Yajiro, Sakunami e Hijiori- são produzidas em Miyagi.
São de madeira, medem cerca de 15 e a maioria das bonecas não tem braços nem pernas, mas uma grande cabeça redonda com feições infantis e um corpo cilíndrico decorado com pinturas. Madeira da árvore de corniso e cerejeira são usadas como matéria prima. Esta é colocada dentro de um torno mecânico e talhada enquanto gira. Depois de completamente moldada, o cabelo, os olhos e o nariz são pintados no rosto e o kimono no corpo.

As bonecas Kokeshi são feitas com uma técnica tradicional (Dento) e Criativa (Shingata).

Dento
As tradicionais são baseadas na tradição da arte local tendo origem na era do Periodo Edo (1603 – 1867). A sua origem tem lugar na região de Tohoku (norte do japão) onde começaram por ser brinquedos de crianças.Cada uma tem características específicas e desenhos e a sua técnica tem sido entregue de mestre para aprendiz. Diz-se que os artesãos de madeira (Kijiya) começaram por fazer as bonecas no inverno para os turistas que vinham usufruir das suas muitas nascentes perto das suas vilas. As poucas pessoas que podiam dar ao luxo de tal entretenimento compravam as bonecas como lembrança e levavam para as suas zonas onde eram dadas ás crianças. Com este gesto, pensavam conseguir uma boa colheita,pois acreditavam que traria uma boa impressão aos deuses o facto das crianças bricarem com bonecas

Shingata
As Criativas, que são baseadas na criatividade do artista, são concebidas livremente e sem limitações pela imaginação de um único individuo, sendo feitas por técnicas únicas e que foram desenvolvidas após a segunda guerra mundial. Em pouco tempo as Kokeshis começaram a ser produzidas em todo pais e com o crescimento das economias locais, cada região começou a produzir seus próprios Kokeshis, refletindo as características regionais.

Existem muito estilos de Kokeshi, mas existe apenas uma filosofia comum a todas elas que é a procura da beleza e arte através da simplicidade

terça-feira, fevereiro 07, 2006


LITERATURATerra de Neve

Autor
Yasunari Kawabata
Editora Dom Quixote
Género Ficção
Ano de Publicação da 1ª Edição 1968
Ano de Publicação da Edição Corrente 2003
Titulo Original Yukiguni

“«Terra de Neve» é uma narrativa de grande beleza que se espraia devagar na neve, atravessada com muita delicadeza pela natureza friável de um mundo irreparavelmente em viragem. É uma narrativa de comportamentos e sentires apenas indiciados, ao de leve, mantidos a arder em segredo, sob o frio, ondulando, esquivos, por entre uma paisagem meticulosamente sentida. Enleando-se o leitor no movimento lento desta escrita que não desvenda todos os enigmas, apenas os mantém em suspenso. (...) «Terra de Neve» é um livro a sobrevoar muito intensamente, sem querer precipitar um fim. “

Maria da Conceição Caleiro in «Mil Folhas» (Público) em 10/5/2003, em 19-5-2003













FOTOGRAFIA
Gregory Colber

Ashes and Snow é o trabalho de um fotógrafo que considera os animais a verdadeira obra-prima da natureza. Capta momentos de harmonia, feito ao longo de treze anos de expedições a países da África e da Ásia. Num ballet submerso, o artista mergulha com baleias e acompanha o passeio de balsa dos monges entre os elefantes. A colecção é impressionante. São mais de duzentas fotografias ampliadas em papel japonês, feito à mão que vão até dez metros de altura.

url www.ashesandsnow.org